PLENITUDE JOANA DE ANGELIS PDF

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Author:Taushicage Zuluzuru
Country:Iraq
Language:English (Spanish)
Genre:Career
Published (Last):10 December 2017
Pages:455
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ISBN:309-9-24118-509-1
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Upanishads Sente-se sozinho, em silncio. Baixe a cabea, feche os olhos, respire pausadamente e imagine que est contemplando o interior do seu corao. Transfira sua mente, seus pensamentos de seu corpo para o seu corao.

Quando expirar diga: Senhor, tende piedade de mim. Passar inclume ao sofrimento a grande meta que todos perseguem. Pelo menos, diminuir-lhe a intensidade ou acalm-lo, de modo a poder fruir os prazeres da existncia em incessantes variaes. Imediatista, interessa-lhe o hoje, sem viso do porvir. Como efeito, o sofrimento tem sido considerado vingana ou castigo divino, portanto, credor de execrao e dio.

Nas variadas mitologias, as figuras de deuses invejosos quo despeitados, inflingindo punies s criaturas e comprazendo-se ante as dores que presenciam, so a resposta ancestral para o sofrimento na Terra. Diversas escolas filosficas e doutrinas religiosas, de alguma forma concordes com essas absurdas conceituaes, estabeleceram mtodos depuradores para a libertao do sofrimento, que vo desde as mais brbaras flagelaes silcios, holocaustos, promessas e oferendas ao ascetismo mais exacerbado, procurando negar o mundo e odi-lo, a fim de, com essas atitudes, acalmarem e agradarem aos deuses ou a Deus.

Paralelamente, o estoicismo, herdeiro de alguns comportamentos orientais, tentou imunizar o homem, estimulando-o a uma conduta de graves sacrifcios que, sem embargo, desencadeadora tambm de sofrimento. Para liberar-se desse adversrio, a criatura impe-se outras formas de dor, que aceita racionalmente, por livre opo, no se dando conta do equvoco em que labora. Captulo 8 Itens: Os sofrimentos humanos e Recursos para a liberao dos sofrimentos.

Livraria Esprita Alvorada Editora. Nota da autora espiritual 4 A dor, porm, no uma punio. Antes, revela-se um excelente mecanismo da vida a servio da prpria vida. Fenmeno de desgaste pelas alteraes naturais da estrutura dos rgos medida que a energia se altera advm a deteriorizao do invlucro material que ela vitaliza essa disjuno faz-se acompanhada pelas sensaes desagradveis da angstia, desequilbrio e dor, conforme seja a rea afetada no indivduo.

Desse modo, inevitvel a ocorrncia do sofrimento na Terra e nas reas vibratrias que circundam o planeta, nas quais se movimentam os seus habitantes. Ele faz parte da etapa evolutiva do orbe e de todos quantos aqui estagiam, rumando para planos mais elevados.

Na variada gnese do sofrimento, todo esforo para mitig- lo, sem a remoo das causas, no lograr seno paliativos, adiamentos. Mesmo quando alguma injuno premie o enfermo com uma sbita liberao, se a terapia no alcanou as razes que o desencadeiam, ele transitar de uma para outra problemtica sem conseguir a sade real.

Isso porque, em todo processo degenerativo ou de aflio, o esprito, em si mesmo, sempre o responsvel, consciente ou no. E, naturalmente, s quando ele se resolve pela harmonia interior, opera-se lhe a conquista da paz.

Em tal situao, mesmo ocorrendo os processos transformadores da ao biolgica, o sofrimento disso decorrente no afeta a emoo nem se transforma em causa de danos. O sofrimento, portanto, pode e deve ser considerado uma doena da alma, que ainda se atm s sensaes e opta pelas direes e aes que produzem desequilbrio. Nessa fase, dos interesses imediatos, todo um emaranhado de paixes primitivas propele o ser na direo do gozo, sem a tica necessria ou o sentimento de superior eleio, e o atira nos cipoais dos conflitos que geram a desarmonia das defesas orgnicas, as quais cedem invaso de micrbios e vrus que lhe destroem a imunidade, instalando-se, insaciveis, devoradores.

Da mesma forma, os equipamentos mentais hipersensveis desajustam-se, abrindo campo instalao das alienaes, das obsesses cruis. Por extenso, pode-se dizer que o sofrimento no imposto por Deus, constituindo-se eleio de cada criatura, mesmo porque, a sua intensidade e durao esto na razo direta da estrutura evolutiva, das resistncias morais caracersticas do seu estgio espiritual.

Com ela reduzida, as agresses de toda ordem recebem resposta de violncia e agressividade. Nas faixas mais primitivas da evoluo, os fenmenos dor, desgaste, envelhecimento e morte, porque qu Recommended.

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