CAMINHOS DA REALIZAO JEAN-YVES LELOUP PDF

Want to Read saving…. When she is not translating, Tracy is in her garden. His hobby as videogame player and game developer also provided him with the necessary knowledge to localize games. A Profecia Celestina Seus 09 Insights.

Author:Kajigul Yogal
Country:Mauritius
Language:English (Spanish)
Genre:Business
Published (Last):27 March 2010
Pages:109
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ISBN:627-1-87517-241-2
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Depois de ter apresentado para o pblico brasileiro a traduo do seu livro Cuidardo Ser, que nos brinda com uma primorosa exposio sobre os Terapeutas, do texto de Flon de Alexandria, enriquecida dos seus prprios comentrios, JeanYves Leloup nos oferece, agora, uma coletnea de suas palestras realizadas em dois Seminrios, na UNIPAZ de Braslia, onde vem regularmente ensinar na Formao Holstica de Base e em Psicologia Transpessoal.

Sem dvida, Jean-Yves Leloup pode ser considerado um dos maiores expoentes da Psicologia Transpessoal. Doutor em Filosofia, Teologia e Psicologia Transpessoal, com formao realizada na Frana e nos Estados Unidos, Leloup despertou para o Cristianismo depois da adolescncia, tendo recebido o seu batizado no Monte Athos, Grcia,evento que foi objeto do seu primeiro livro.

Discpulo do grande terapeuta e mstico Karlfried Graf Durckheim, Leloup muito solicitado para dar conferncias e cursos no mundo inteiro, notvel pelo seu carter lcido, inspirado e pelo toque transpessoal que comunica nas suas interpretaes e exegeses.

Este livro pode ser considerado um excelente vade mecum para quem quer se inspirar nesse esprito. So palavras lcidas geradas no ventre de um profundo silncio contemplativo, dirigidas do templo do corao ao corao, do relicrio do Ser ao Ser. A primeira parte dessa obra centrada no tema do Comcplexo de Jonas, desvelando um caminho em direo ao despertar transpessoal, a partir de um amplo mapa dos medos do Eu, de nosso psiquismo pessoal.

A leitura simblica da trajetria de Jonas uma indicao e inspirao para a aventura herica da realizao vocacional,longo processo de plenificao da semente singular e da promessa encarnada na essncia de cada ser humano. A segunda parte focaliza o amplo horizonte do Maseulino, Feminino e Sntese onde, como postulavam os Antigos Terapeutas, os personagens das Escrituras Sagradas,alm da sua dimenso histrica, so considerados arqutipos de estados de conscincia e de estgios evolutivos da existncia.

Percorreremos itinerrios de metamorfoses de grandes imagens estruturantes da condio humana. Sentaremos, com a Samaritana, no poo de Jac; ascenderemos os degraus iniciticos da via apaixonada de MariaMadalena; contemplaremos o manto de silncio inocente e imaculado de Maria e caminharemos com as sandlias de Pedro, Judas e Joo Batista. Sempre luz de uma sabedoria crstica apontando para o resgatedo Esprito.

Para Jean-Yves Leloup, o Terapeuta um suposto escutar. Trata-se aqui de uma escuta inclusiva que no divide o que a prpria Vida uniu: o corpo, a psique e o esprito. Uma grande tragdia contempornea, fruto do reducionismo cienticista que, moda clssica do diabolos - aquele que semeia a desunio - tudo divide e separa, amodelagem alienada da especializao, determinante de uma viso e escuta dissociadas e minimizadas.

Uma pessoa com o corpo ferido procura um psiclogo que s escuta a 4 psique; outra, com a psique sangrando, procura um sacerdote que s escuta o Esprito; ainda outra, sofrendo com a desvinculao da essncia espiritual, procura um mdico que s escuta o corpo Onde seremos escutados como o todo indissocivel que somos?

Gosto de confiar que, num futuro breve e mais saudvel, sem regredir ao ideal ingnuo do generalista, evoluiremos do enfoque fragmentado da especializao para o enfoque da vocao. Na abordagem vocacional a pessoa, como uma planta, convidada a fincar as suas razes no solo fecundo de seus talentos particulares e a remeter o seu caule e copa em direo ao firmamento. Assim, o desenvolvimento de uma habilidade singular no nos cegar a viso do todo, seguindo o sbio preceito taosta: o alto descansa no profundo.

Inspirado na tradio dos Terapeutas de Alexandria que no incio da era crist deixou-nos o surpreendente e precioso legado de uma abordagem holstica aplicada sade integral, o CIT realiza as dimenses interconectadas de uma clnica, de uma escola e de um templo.

Destinado a congregar terapeutas de diversas formaes e competncias que comungam uma antropologia, tica e prtica holsticas, tendo como centro a inteireza do Ser, a tarefa comum postulada pelo CIT resume-se em dez Orientaes Maiores centradas em: plenitude, tica, silncio, estudo, generosidade, reciclagem, reconhecimento, anamnese essencial, despertar da Presena e fratemidade.

Este o grande resgate para o qual nos convoca Jean-Yves Leloup, sacerdote, filsofo, psiclogo e, sobretudo, poeta da sabedoria de Cristo, o Cristo que o arqutipo soberano do Terapeuta em sua plenitude. Que floresam em abundncia e virtude estes novos e antigos terapeutas,aliados na conspirao premente pelo reino do Ser.

Alguns dos presentes gravaram os dois seminrios e, gentilmente, apressaram-se em nos ceder as fitas cassetes. Estas foram decodificadas para a eserita, em uma dedicada obra artesanal, por Lise Mary Alves de Lima. A Rede Holos agradece. Ele nasceu do nosso desejo em compartilhar a graa e a alegria de escutar Jean-Yves Leloup. Uma Escuta que passou por muitas fases. De ns trs, apenas Regina tem experincia em traduo. Uma traduo "sucessiva", no simultnea, para um auditrio pequeno e cheio de gente.

Pessoas em p, sentadas em cadeiras e no cho. E muito calor dentro e fora da gente. Regina traduziu todo o seminrio sobre Jonas. Cla e Lise se revezaram no segundo texto. Como Lise no lembrava uma palavra do que tinha traduzido, procurou pessoas que tinham gravado. Conseguiu dois lotes de fitas e comeou a decodific-las. Cada vez que terminava uma fita, um grande "buraco negro" aparecia no texto. Era preciso procurar no outro lote as frases que faltavam. Alm disso, as pessoas no auditrio faziam as perguntas sem microfone e muitas delas, como vocs podem notar, se perderam.

Aos poucos os textos tomaram forma. E foram ficando com o aspecto de Boa-Nova, de Evangelho. Por isso, num primeiro momento, demos a ele o nome de "Evangelho segundo Jean-Yves", e ele foi o nosso presente de Natal. Algumas vezes foi preciso colocar uma observao nossa, para que as pessoas que no assistiram aos seminrios pudessem entender.

Vocs vo encontrar estas observaes entre parnteses, precedidos de N. Nota de Traduo. Algumas perguntas, tambm, geraram respostas semelhantes em ambos os seminrios. Como elas se complementavam,ns as conservamos. Esperamos que vocs aproveitem, como ns, estas palavras de sabedoria. E, fazendo nossas as palavras de Jean-Yves, desejamo-lhes boa viagem!

Jonas aquele que prefere ficar deitado e quando a Voz Viva vem visit-lo em seu ntimo, ele resiste. Deste modo, Jonas 6 tem muito a nos ensinar sobre os nossos medos, as nossas resistncias, sobretudo sobre o que pode ser, para ns, um obstculo descoberta do nosso ser essencial verdadeiro e da misso que dela decorre.

Ns entramos no esprito dos Terapeutas de Alexandria, para os quais cada personagem bblico um arqutipo, isto , uma imagem estruturante, uma imagem interior, a encarnao de um estado de conscincia no espao e no tempo.

Estudar estes personagens e estes estados de conscincia um modo de iluminar o nosso prprio caminho e nosso "vir-a-ser" nosso tornar-se.

Jonas, neste esprito, cada um de ns. Estudaremos, portanto, os diferentes medos que nos habitam, os medos que se situam no nvel pessoal, ligados nossa estria de infncia e nossa estria de jovens, adultos, assim como o medo que se situa no nvel do transpessoal.

Estas formas de medo foram bem estudadas por Abraham Maslow e por outros psiclogos humanistas quando fazem referncia ao Complexo de Jonas, que o medo da nossa prpria grandeza e das exigncias que dela decorrem. Porque no suficiente reconhecer o que h de grande em ns, o que temos de bom e de divno em ns mesmos.

Trata-se de questionar o que esta divindade quer manifestar atravs de ns. Quando a pressentimos, s vezes preferiramos no saber, recusando, neste caso, o nosso ser essencial. Conhecemos a recusa da sexualidade, a recusa da criatividade e sabemos dos problemas e sintomas que estas recusas podem causar. Conhecemos menos as conseqncias da recusa ao nosso ser essencial. O desequilbrio e o estado de infelicidade que esta recusa pode introduzir em ns. Tambm, neste seminrio, nos perguntaremos sobre o que nos faz medo, o que nos faz mais medo, sobre o que nos impede de sermos verdaderamente humanos, o que impede vida de se realizar atravs de ns, o que impede que o desgnio de Deus se realize atravs de ns.

O Livro de Jonas ser tambm para ns uma oportunidade de nos interrogarmos sobre nossa misso, sobre nossa vocao. O que cada um de ns tem de particular e nico. O que que eu tenho a fazer nesta vida, que pessoa alguma pode fazer em meu lugar. Eu acredito que cada um de ns tem uma maneira nica e insubstituvel de encarar a vida.

De ser inteligente - a maneira de uma pessoa ser inteligente no a mesma 7 maneira da outra. O modo de amar de um no o modo de amar do outro. Trata-se, ento, de nos interrogarmos sobre o nosso modo, nico, de sermos inteligentes, de sermos humanos, de estarmos vivos.

Isto no to simples porque, s vezes, ns assumimos como sendo nosso desejo aquilo que o desejo de nossos pais ou o desejo da sociedade, ou o desejo de tudo o que nos influenciou. O Livro de Jonas nos convida a escutar em ns mesmos um desejo mais profundo do que todos estes desejos que foram projetados em ns.

Reencontrar o nosso desejo essencial: esta uma boa definio de sade que ns encontramos escrita no mundo psicanaltico, e que se manter o mais prximo possvel do seu desejo essencial. Podemos sofrer, ter dificuldades, mas quando estamos prximos do nosso desejo essencial, do nosso ser essencial e verdadeiro, estas provas e estas dificuldades podem ser superadas. Mas a questo : o que, verdadeiramente, ns queremos? O que que quer e o que que deseja, em ns?

Alm do desejo do Eu e do Ego , trata-se de sermos capazes de escutar o desejo do Self, quaisquer que sejam as suas exigncias. Porque se no escutamos este desejo, vamos ter problemas no somente em ns mesmos mas tambm no exterior.

Em Jonas, isto vai provocar tempestades. Ento, num primeiro momento, leremos o Livro de Jonas. Em seguida nos interrogaremos sobre os smbolos deste texto.

Vamos imaginar que estamos junto lareira, escutando uma estria Esta estria de Jonas preciso conceb-la com nossos sonhos, pois vocs sabem que os textos sagrados so textos do inconsciente.

Trata-se de escut-los como se fossem um sonho ou um testemunho do inconsciente. Eles no falam somente nossa razo, ao mundo das explicaes, mas falam ao mundo dos sentidos, atravs de imagens e smbolos. E a chave deste sentido, desta palavra que atribuda fonte divina, pode nos ser dada, tambm, atravs dos sonhos.

Finalmente perguntaremos o que que, no livro de Jonas, nos fez sonhar E lhe diz: "Levanta-te, desperta, vai a Nnive, a grande cidade, prega nela que eu tenho conscincia de sua maldade. Eu, o Ser que , sinto a loucura desta cidade e a sua doena. Vai a Nnive ". Jonas levanta-se, mas para fugir. E, ao invs de ir para Nnive, ele se dirige a Trsis. Ele desce a Jope, onde encontra um barco partindo para Trsis. Seus ouvidos se fecham a esta palavra que o convida a ir a Ninive.

Ento, o Ser que Aquele que lanou um grande vento sobre o mar. E houve uma tempestade to grande que todos pensaram que o barco ia naufragar. Os Marinheiros tiveram medo e rezaram, cada um a seu deus. Eles jogaram ao mar toda a carga que traziam no navio para que este ficasse mais leve.

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